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Igreja de Pedra

Construída em 1933, com pedras brutas encaixadas, a Igreja foi inaugurada em novembro de 1934 pela Companhia Matte Larangeira. Destacam-se, ainda, seus vitrais de origem hispano-argentino, que evocam a catequese realizada pelos jesuítas e cujos santos têm feições indígenas. Sem dúvida é um dos mais belos cartões postais de Guaíra. Estar dentro ou mesmo fora da Igrejinha é um belo momento para refletir sobre o tempo e a fé. 



Locomotiva nº 04

Marco da primeira ferrovia do oeste e noroeste paranaense, que ligava o município de Guaíra a Porto Mendes. Construída pela Companhia Matte Larangeira em 1917 para transporte de erva-mate, madeiras de lei e, posteriormente, para o transporte de passageiros. A Locomotiva nº 04 está exposta na Praça Eurico Gaspar Dutra, na Vila Velha e atrai apaixonados por fotografias. É um dos locais privilegiados para um retrato, pois ao fundo é possível ver o Rio Paraná e a praça tem um tom peculiar de ferrovia, com seus banquinhos à sombra para um descanso.


Centro Náutico Recreativo (Marinas)

Um parque urbano, um recanto verde e urbanizado, o nosso “Ibirapuera”. Assim também pode ser descrito o Centro Náutico, inaugurado em 1991 pela Itaipu Binacional.

Fazem parte do cenário sete pavilhões dispostos em círculo, reproduzindo uma aldeia indígena, e com escadarias que formam um anfiteatro externo com capacidade para 5.000 espectadores. O teatro remete aos primeiros modelos de teatros da Grécia Antiga, para obter uma melhor acústica e visibilidade. O Centro Náutico é palco de vários eventos, entre eles a Festa das Nações. Popularmente conhecido como Marinas, o espaço possui ainda canchas poliesportivas, marina com atracadouro, lagoa artificial, área de camping, churrasqueiras, banheiros com chuveiros, Centro de Visitantes, entre outros equipamentos, além de área ecológica, com bosque para caminhadas e trilha para a prática do ciclismo e estacionamento para motorhomes.


Cine Teatro Sete Quedas

O Cine Teatro Sete Quedas tem capacidade para 164 pessoas e funciona em um edifício construído no ano de 1905 para servir de depósito da Companhia Matte Larangeira. Nos anos 40, foi transformado em centro cultural. É uma das 13 salas históricas do Paraná restauradas pelo programa Velho Cinema Novo e passou a ter um novo edifício incorporado ao prédio original, que permite usar o espaço para uma seção interna e outra externa, ao ar livre. É constantemente usado para exibição de filmes, peças teatrais, shows e apresentações artísticas.

Atelier do Frei Pacífico

Antônio Augusto Sobrinho, artista, escultor e ex-Frei Franciscano que fez da natureza sua inspiração. Passou por conventos em vários países como Brasil, Uruguai, Itália, França e Espanha. Em 1975 retornou ao Brasil, onde seu superior o enviou para a cidade de Guaíra, conheceu as Sete Quedas e se apaixonou dizendo que não existia lugar mais bonito no mundo e que era um paraíso onde ele queria ficar, tornou-se um estudioso e admirador das Sete Quedas. Em 1979, casou-se constitui família e transformou sua casa numa Galeria de Artes com mais de 300 obras como esculturas em madeira e cerâmica com temas religiosos, indígenas, mulheres, mitologia, psicologia e a história da nossa região, além de transformar o local em um recanto ecológico de 1.900 metros quadrados. Visitas podem ser agendadas pelo fone: (44) 3642-2698


Museu Sete Quedas

Prédio construído no início do século XX pela Cia. Matte Larangeira, colonizadora do município de Guaíra, funcionou como sede administrativa da Cia já no início da segunda década de 1900. Edificado pelo americano Wilson Sidwell, que projetou o bairro de Vila Velha já com rede de esgoto (fato notável para a época), o prédio tem estilo inglês e mais de 100 anos. 

Em 1944, o presidente Getúlio Vargas veio a Guaíra conhecer o trabalho da Matte Larangeira, cujas terras arrendadas compreendiam boa parte do estado de Mato Grosso do Sul e também nesta região Oeste do Paraná. Vargas, um nacionalista, não gostou do que viu. Por aqui não se falava português e a empresa operava como um Estado dentro do Estado. Tão logo chega ao Rio de Janeiro, Getúlio promove a nacionalização dos bens da empresa, incluindo a linha férrea que ligava Guaíra a Porto Mendes. Ele cria, então, o Serviço Nacional da Bacia do Prata, uma autarquia federal. A sigla SNBP, grafada na única locomotiva exposta como memória da ferrovia guairense, e também na porta de entrada do Museu, refere-se à autarquia getulista. 

Com a encampação, os funcionários da Matte passam então a ser servidores federais. Posteriormente, Juscelino Kubitschek extingue a autarquia e remaneja os servidores para outros órgãos federais. 

Patrimônio municipal, o prédio também serviu de sede para o antigo INPS (atual INSS). Após um bom tempo abandonado, a edificação foi restaurada em 2007 para abrigar o Museu Municipal Sete Quedas, cujo acervo conta a rica história de Guaíra. Abriga artefatos indígenas centenários, animais taxidermizados, fotos de época e também utensílios da Matte Larangeira. Além do prédio em si, no Museu se encontra a Cruz de Caravaggio, símbolo de ferro encontrado no sítio arqueológico de Ciudad Real del Guahyrá e que tem mais de 500 anos. 




Igreja de Pedra

Construída em 1933, com pedras brutas encaixadas, a Igreja foi inaugurada em novembro de 1934 pela Companhia Matte Larangeira. Destacam-se, ainda, seus vitrais de origem hispano-argentino, que evocam a catequese realizada pelos jesuítas e cujos santos têm feições indígenas. Sem dúvida é um dos mais belos cartões postais de Guaíra. Estar dentro ou mesmo fora da Igrejinha é um belo momento para refletir sobre o tempo e a fé. 



Locomotiva nº 04

Marco da primeira ferrovia do oeste e noroeste paranaense, que ligava o município de Guaíra a Porto Mendes. Construída pela Companhia Matte Larangeira em 1917 para transporte de erva-mate, madeiras de lei e, posteriormente, para o transporte de passageiros. A Locomotiva nº 04 está exposta na Praça Eurico Gaspar Dutra, na Vila Velha e atrai apaixonados por fotografias. É um dos locais privilegiados para um retrato, pois ao fundo é possível ver o Rio Paraná e a praça tem um tom peculiar de ferrovia, com seus banquinhos à sombra para um descanso.


Centro Náutico Recreativo (Marinas)

Um parque urbano, um recanto verde e urbanizado, o nosso “Ibirapuera”. Assim também pode ser descrito o Centro Náutico, inaugurado em 1991 pela Itaipu Binacional.

Fazem parte do cenário sete pavilhões dispostos em círculo, reproduzindo uma aldeia indígena, e com escadarias que formam um anfiteatro externo com capacidade para 5.000 espectadores. O teatro remete aos primeiros modelos de teatros da Grécia Antiga, para obter uma melhor acústica e visibilidade. O Centro Náutico é palco de vários eventos, entre eles a Festa das Nações. Popularmente conhecido como Marinas, o espaço possui ainda canchas poliesportivas, marina com atracadouro, lagoa artificial, área de camping, churrasqueiras, banheiros com chuveiros, Centro de Visitantes, entre outros equipamentos, além de área ecológica, com bosque para caminhadas e trilha para a prática do ciclismo e estacionamento para motorhomes.


Cine Teatro Sete Quedas

O Cine Teatro Sete Quedas tem capacidade para 164 pessoas e funciona em um edifício construído no ano de 1905 para servir de depósito da Companhia Matte Larangeira. Nos anos 40, foi transformado em centro cultural. É uma das 13 salas históricas do Paraná restauradas pelo programa Velho Cinema Novo e passou a ter um novo edifício incorporado ao prédio original, que permite usar o espaço para uma seção interna e outra externa, ao ar livre. É constantemente usado para exibição de filmes, peças teatrais, shows e apresentações artísticas.

Atelier do Frei Pacífico

Antônio Augusto Sobrinho, artista, escultor e ex-Frei Franciscano que fez da natureza sua inspiração. Passou por conventos em vários países como Brasil, Uruguai, Itália, França e Espanha. Em 1975 retornou ao Brasil, onde seu superior o enviou para a cidade de Guaíra, conheceu as Sete Quedas e se apaixonou dizendo que não existia lugar mais bonito no mundo e que era um paraíso onde ele queria ficar, tornou-se um estudioso e admirador das Sete Quedas. Em 1979, casou-se constitui família e transformou sua casa numa Galeria de Artes com mais de 300 obras como esculturas em madeira e cerâmica com temas religiosos, indígenas, mulheres, mitologia, psicologia e a história da nossa região, além de transformar o local em um recanto ecológico de 1.900 metros quadrados. Visitas podem ser agendadas pelo fone: (44) 3642-2698


Museu Sete Quedas

Prédio construído no início do século XX pela Cia. Matte Larangeira, colonizadora do município de Guaíra, funcionou como sede administrativa da Cia já no início da segunda década de 1900. Edificado pelo americano Wilson Sidwell, que projetou o bairro de Vila Velha já com rede de esgoto (fato notável para a época), o prédio tem estilo inglês e mais de 100 anos. 

Em 1944, o presidente Getúlio Vargas veio a Guaíra conhecer o trabalho da Matte Larangeira, cujas terras arrendadas compreendiam boa parte do estado de Mato Grosso do Sul e também nesta região Oeste do Paraná. Vargas, um nacionalista, não gostou do que viu. Por aqui não se falava português e a empresa operava como um Estado dentro do Estado. Tão logo chega ao Rio de Janeiro, Getúlio promove a nacionalização dos bens da empresa, incluindo a linha férrea que ligava Guaíra a Porto Mendes. Ele cria, então, o Serviço Nacional da Bacia do Prata, uma autarquia federal. A sigla SNBP, grafada na única locomotiva exposta como memória da ferrovia guairense, e também na porta de entrada do Museu, refere-se à autarquia getulista. 

Com a encampação, os funcionários da Matte passam então a ser servidores federais. Posteriormente, Juscelino Kubitschek extingue a autarquia e remaneja os servidores para outros órgãos federais. 

Patrimônio municipal, o prédio também serviu de sede para o antigo INPS (atual INSS). Após um bom tempo abandonado, a edificação foi restaurada em 2007 para abrigar o Museu Municipal Sete Quedas, cujo acervo conta a rica história de Guaíra. Abriga artefatos indígenas centenários, animais taxidermizados, fotos de época e também utensílios da Matte Larangeira. Além do prédio em si, no Museu se encontra a Cruz de Caravaggio, símbolo de ferro encontrado no sítio arqueológico de Ciudad Real del Guahyrá e que tem mais de 500 anos.